Cartão postal de mantos brancos
Se sua intenção é nutrir-se da beleza da Araucanía Andina, deve ver uma de suas paisagens mais impressionantes: o vulcão Sollipulli. Nas proximidades de Melipeuco e Curarrehue, este cordão montanhoso-vulcânico teve sua ultima erupção faz 1.240 anos. Posteriormente, formou-se um enorme glaciar de 6 km de diâmetro e 600 mt de espessura em sua cratera. Não perca a oportunidade de ascender ao vulcão para atravessar a cratera ou acampar no mesmo glaciar.
No meio da paisagem que existe caminho à cima, o canto de aves como o chucao ou o picoteio dos pica-paus são uma verdadeira trilha sonora da subida. O cenário está conformado por frondosas matas de árvores como ñirres, lengas e raulíes, entre outras espécies nativas. Raposas, pumas e inclusive condores habitam perto deste vulcão e se você é afortunado e cuidadoso, pode que inclusive tenha a possibilidade de avistar um tímido pudú, pequeno cervato que não mede mais de 90 cm de comprimento e se oculta trás a vegetação.
Se você é mais aguerrido, visite o vulcão no inverno, faça randoné ou suba em moto de neve em meio de uma paisagem perfeitamente branca e solitária, com metros de neve e árvores cobertas de flocos e gelo, que apenas permitem ver um pouco de verde.
Lugares destacados em Pucón, Villarrica e Temuco
Tours que você pode realizar
Como chegar
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| DE ÔNIBUS |
| Desde Melipeuco é possível pegar omnibuses que saem quatro vezes por dia em direção a Alpehue. |
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| DE CARRO |
| Desde a cidade de Temuco, tem que pegar a rota a Melipeuco ao sudeste, por 93 km quase totalmente asfaltados e posteriormente continuar pela rota a Alpehue. Depois de aproximadamente 13 km você chegará a uma zona habitada por campesinos do lugar. A partir deste ponto, é indispensável contar com um veículo de dupla tração. |
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Dicas
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| Localização indispensável |
Caminhadas |
Hospedagem em Sollipulli |
| Em caso de mal tempo na zona, pode ser fácil perder o rumo na subida ao vulcão, pelo que uma bússola e um mapa são muito úteis para manter-se na rota. |
O trajeto à cima pode demorar entre seis e oito horas, dependendo se você se aproxima a pé ou num veículo de dupla tração. A caminhada de ida e volta para atravessar o glaciar são mais duas horas. É importante levar óculos de sol para proteger a vista, especialmente nas áreas com neve. |
Há hospedagem em eco-domo na quebrada Carilafquén, junto à laguna do mesmo nome. As instalações têm todas as comodidades de um hotel, só que imersas no ambiente mais surpreendente. |
| Gêiseres |
Atrever-se a fazer canyoning |
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| Depois de uma caminhada que dura entre duas e três horas ao longo do rio Alpehue, você chegará aos gêiseres de Sollipulli, doze fontes termais com jorros que alcançam um metro. Inclusive existe a possibilidade de tomar um banho nas piscinas. |
Existem várias formas de percorrer as trilhas que rodeiam o vulcão: em moto, bicicleta de montanha, trekking. Os adictos à adrenalina podem experimentar o canyoning, que consiste no ascenso e descenso em canoa por quebradas. |
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